Quem somos

Quem Somos

A World Horizons nasceu nos anos 70 em Llanelli, no País de Gales, através da visão do pastor galês Rowland Evans, que começou a treinar jovens para pregar o evangelho aos povos não-alcançados. A WH se tornou uma família multicultural, com mais de 460 missionários de mais de 35 nacionalidades, trabalhando em mais de 30 países.

Somos um movimento de oração, trabalho profético, pioneiro e cuidado pastoral em missões.

  • Trabalhamos em parceria com a igreja global na tarefa inacabada de discipular as nações;
  • Inspiramos, treinamos e equipamos crentes do mundo todo para ministérios transculturais efetivos, principalmente entre os povos menos alcançados da Terra;
  • Somos um movimento pioneiro. Provemos liderança, prestação de contas e apoio para nossas equipes para empreender aquilo que acreditamos Deus tem colocado em nossos corações;
  • Somos um movimento de oração. Nós oramos, ouvimos e obedecemos àquilo que sentimos que o Senhor está dizendo;
  • Somos uma família. Acolhemos nossos membros de diferentes culturas para, juntos, seguirmos ao Senhor naquilo que Ele tem feito nas nações.
  • Nossas equipes de curto e longo prazo envolvem-se em oração, evangelismo e discipulado, desenvolvimento sustentável e iniciativas de negócios para ver indivíduos e comunidades transformadas, igrejas plantadas e fortalecidas.

Como agência missionária interdenominacional, dispomos de parceria com diversas igrejas e denominações. Disponibilizamos um treinamento baseado no desenvolvimento pessoal, assessorando o projeto missionário e contextualizando-o com a realidade local. Damos suporte necessário no campo através de nossas equipes internacionais. Temos como alvo o alcance dos povos não-alcançados (PNA) e não-engajados (PNE).

 

Visão e Missão

Nossa Visão

Ver uma proporção significativa da força missionária transcultural brasileira trabalhando para alcançar os povos menos alcançados da terra, através de igrejas e obreiros engajados e comprometidos com a conclusão da Grande Comissão ordenada por nosso senhor Jesus Cristo em Mateus 28:18-20.

 

Nossa Missão

Orar, conscientizar e mobilizar a igreja brasileira e outros grupos de discípulos de Cristo, a fim de recrutar, treinar e enviar obreiros aos povos menos alcançados da terra e a lugares estratégicos do mundo, oferecendo o cuidado integral e equipando-os com as ferramentas necessárias para isto.

 

Valores

Usamos as palavras e perspectivas descritas abaixo para resumir nossos valores, sendo eles as características e identidades de nosso movimento.

 

Movimento de oração

Em nosso coração, nós somos pessoas que são chamadas a estarem juntas para orar e para “fazer missões”. Escolhemos ouvir Deus e dar parte de nosso tempo e energia para orar e adorar. Fazemos da oração a base do nosso ministério. Nossos dias de oração, meses e outros momentos especiais dedicados a oração refletem essa prioridade. Queremos ver canções autóctones e outras expressões criativas de louvor fluindo em nossas orações nas muitas culturas onde vivemos. Iniciativas como tocar o Mediterrâneo e o Saara em oração, e oração ao longo de toda a Rota da Seda, deram sentido histórico à nossa oração.

 

Profético

“Assim, temos ainda mais firme a palavra profética. E fazeis bem em estar atentos a ela, como a uma candeia que ilumina um lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vosso coração.” 2 Pedro 1.19

A oração constrói uma compreensão da mente e do coração de Deus. Queremos que este entendimento seja fundamental na nossa orientação e decisões que tomamos, e não apenas considerações estratégicas ou planos. Somos pessoas que são convidadas a viver, trabalhar, orar e, biblicamente, falar sobre coisas que ainda não existem; viver e agir com esperança para o que há de vir.

 

Chamados a crer

Jesus disse: “Meu trabalho é acreditar naquele que me enviou.” (João 6:29). Somos chamados a ousar e orar pelo impossível e pelo “absurdo”, para ver coisas novas nascidas da fé, a orar com o coração e a mente apaixonados pelos propósitos de Deus pelas nações.

 

João Batista

João Batista clamou pelo deserto, no poder do Espírito para preparar o caminho para a vinda de Jesus. Ele não procurou os holofotes. Ele estava pronto a se diminuir e ver Jesus crescer. Nós também queremos ver Jesus nos lugares desertos, enquanto nós preparamos o caminho para Ele através da oração e proclamação do Evangelho no poder do Espírito.

 

Princípio autoestrada

Ao discipularmos outros estamos empenhados em ser como “autoestrada” para permitir que outros nos ultrapassem. Nós preferimos não seguir adiante, ou galgar qualquer posição sem ter feito um caminho para os nossos sucessores, nem deixar ninguém de forma isolada, mas todos em uma equipe saudável.

 

Lugares desertos

Através de Isaías, Deus promete vida nos lugares desertos (Isaías 41:18). Esta promessa nos dá esperança e fé para trabalhar nas áreas mais carentes.

 

Pioneiro

“Desse modo, esforcei-me por anunciar o evangelho não onde Cristo já havia sido proclamado, para não edificar sobre fundamento alheio; pelo contrário, como está escrito: Aqueles a quem não foi anunciado, o verão; e os que não ouviram, entenderão.” Romanos 15.20-21

Nós somos comissionados por Deus para viver, trabalhar e dar tudo em nome dos povos e lugares negligenciados e muitas vezes os mais difíceis do mundo. Nos preocupamos principalmente com as áreas onde o Corpo de Cristo é mais frágil. Pioneirismo para nós significa trabalhar e orar para ver o Reino de Deus estabelecido nestas áreas negligenciadas e menos alcançadas do mundo. Grande parte do nosso chamado e trabalho é portanto, iniciar e desenvolver coisas novas a partir do nada, aprendendo a prosperar nas diferentes realidades com criatividade, incerteza, desordem e com as etapas de uma visão apenas parcialmente formada da obra de Deus.

Reconhecemos também a necessidade de pessoas para construir sobre as bases estabelecidas pelos pioneiros, e valorizamos aqueles cujo ministério se expressa dessa maneira.

 

Pastoral

Ser missionários pioneiros e pastoralmente sensíveis são aspirações que podem funcionar juntas. Estamos comprometidos em cuidar uns dos outros enquanto desenvolvemos nossos ministérios juntos e prestamos contas uns aos outros intencionalmente.

 

Missão

Somos chamados a “fazer missões” e ser “missionários”, pessoas que levam o evangelho além das barreiras culturais para estabelecer o Reino de Deus em novas áreas culturais. O que quer que seja que façamos e qualquer que seja a maneira que expressamos nossos ministérios, isso é fundamental para a nossa identidade.

 

Voluntário

Nós servimos a Deus como World Horizons por uma escolha. Trabalhamos “com” e não “para” a World Horizons. Alguns são de tempo integral e outros de tempo parcial, mas todos dão de si mesmos da maneira como podem e são guiados, e trabalhamos juntos em igualdade nas equipes onde Deus nos coloca.

 

Responsabilidade pessoal

Assumimos a responsabilidade por nossas próprias vidas e os nossos próprios ministérios. Nós confiamos em Deus na provisão de nossas necessidades pessoais e as necessidades de nossas equipes e ministérios. Somos cada um responsável por nossas próprias finanças, e somos apoiados por igrejas, família e amigos, e por meio de rendas que nós mesmos geramos. Mesmo quando arriscamos um financiamento para cobrir as necessidades de certos aspectos dos ministérios, ainda temos a responsabilidade pessoal neste processo.

 

Discipulado

Fazer discípulos é fundamental para tudo o que somos e fazemos. Fazer discípulos de todas as nações é o coração da Grande Comissão. Todos devemos estar envolvidos no discipulado ou mentoria de outros, independentemente da natureza específica das nossas muitas diferentes vocações.

 

Uma comunidade de aprendizagem global

Não somos apenas discipuladores de outros – nós mesmos também somos discípulos. É importante que estejamos aprendendo continuamente, nos tornando mais semelhantes a Jesus em todo o nosso serviço missionário, mais intimamente familiarizados com Deus e seus caminhos, permanecendo ensináveis e corrigíveis, abertos para Deus nos discipular através de outros. Estamos empenhados em ser uma organização de aprendizagem que promove o crescimento contínuo em todos os nossos membros.

 

Holística

Nosso objetivo é holístico, culturalmente apropriado, uma missão de transformação, resultando em ministérios que são de propriedade local (autóctones), multiplicável e autossustentável. Negócios, compaixão, ação social e justiça, e muitas outras diversas expressões de missões são partes vitais de nosso movimento.

 

Movimento

Nós nos vemos principalmente como um movimento ao invés de uma organização. Relacionamentos realmente importam, em vez de conexões puramente funcionais. Nós, no entanto, igualmente nos empenhamos para implementar a melhor estrutura organizacional necessária para sustentar nossa saúde e crescimento.

 

Radical

Nosso trabalho, chamado e estilo de vida devem ser uma aventura com Deus. Somos chamados a viver “no limite”, somos chamados a ser radicais. Isso implica estarmos arraigados no que é bom do passado, mas sempre rompendo os limites, dispostos a tentar o novo e o diferente, e vivermos um estilo de vida radical. Podemos, portanto, às vezes ser mal interpretados por outros crentes.

 

Plantação de igrejas

Trabalhamos para o estabelecimento de igrejas como fruto de nosso ministério – vital, reprodutiva, autóctone e comunidades culturalmente relevantes do povo de Deus. Reconhecemos que este processo ocorre de muitas maneiras diferentes até que novos crentes se reúnam para trazer uma expressão local relevante ao Corpo de Cristo. Trabalhamos para, através e com as igrejas locais onde elas existem, e formamos parcerias para melhor cumprir a Grande Comissão. Está claro para nós que em certo momento em nossa história, depois de muita deliberação e oração, nos foi dado o mandato de ser um movimento de plantação de igrejas.

 

“Princípio de Hebrom” e movimentos missionários emergentes (MMEs)

No livro de 1Crônicas, lemos sobre como as diferentes tribos se uniram para fazer Davi rei sobre todo Israel. Desejamos ver muitas pessoas e ministérios se reunirem em sua diversidade e singularidade para fazer Jesus Rei sobre todas as nações. Assim como somos chamados para iniciar e construir igrejas, também trabalhamos para iniciar ou facilitar novos movimentos autóctones de missão.

 

Autonomia interdependente

Trabalhamos com equipes semiautônomas, ligadas por relações de responsabilidade mútua, embora muitas vezes legalmente e financeiramente independente.

 

Equipe de equipes

Trabalhando como uma rede relacional de equipes semiautônomas, muitas vezes com diferentes ministérios, mas chamados a trabalhar juntos para ver as nações transformadas, descrevemos a nós mesmos como uma “equipe de equipes”, ou mesmo um “movimento de movimentos”.

 

Família

Nos vemos como uma grande família e em crescimento, por isso é vital investirmos em nossos relacionamentos. Eles são o que nos mantêm juntos, mais do que doutrina ou estrutura. Escolhemos confiar e acreditar um no outro.

 

Festa e  jejum

Criamos tempo para nos reunir para “eventos familiares”, que incluem tanto banquetes como jejum. Estes encontros de equipe, campo, ministério e grupos globais têm-se revelado de grande importância para o nosso bem-estar e nosso funcionamento. É importante para nós nos encontrarmos e comermos juntos.

 

Aprendizagem da história da missão

Para sermos missionários sábios e eficazes, equipes e movimentos de missões, devemos aprender com a História de Missões e aplicar as lições da experiência de outros. Construímos sobre a tradição de uma longa linha de missionários pioneiros que incluem os primeiros apóstolos, os monges Celtas, os Franciscanos, os Morávios, China Inland Mission(MIC), WEC, os Padres do Deserto e outros.

 

Tribo

Somos, em muitos aspectos, mais “tribais” do que alguns grupos mais “organizacionais” de missões. Temos um lugar para os idosos e para “guardiões das histórias” que nos ajudam a permanecer fiéis à nossa identidade. Ao longo dos anos temos adquirido alguns princípios importantes que nos ajudam a tomar decisões sábias e avaliar a nossa contribuição para novas iniciativas.

 

Pontos de crescimento

Um bom jardineiro procura por novos brotos que serão as principais plantas do futuro. Pontos de crescimento real não podem ser facilmente percebidos, mas temos de olhar para o potencial futuro, bem como o atual crescimento. Quando tomamos decisões geralmente é mais fácil investir nosso tempo e energia no que já existe claramente, mas também temos que alimentar pontos de crescimento para investir em frutos de amanhã.

 

Pessoas comuns

Acreditamos no potencial de pessoas comuns para ser usado por Deus no mundo de hoje e dar oportunidade para aqueles que se atrevem a acreditar que Deus tem um lugar para eles em missões transculturais. Trabalhamos uns com os outros para ajudar cada um a atingir seu pleno potencial.

 

Liderança de campo

Nossa liderança estará sempre o mais próximo possível da realidade. Permitimos que as equipes implementem as vastas prioridades World Horizons de acordo com as maneiras adequadas de cada campo.

 

Treinamento

Nossos obreiros têm o direito à melhor formação inicial e contínua que podemos fornecer. Por outro lado, não enviamos pessoas sem formação adequada.

 

Venha e veja

Valorizamos os programas de curto prazo como um meio de obter percepções do mundo de Deus, expondo os crentes às necessidades do mundo e pesquisando lugares antes de estabelecermos equipes de longo prazo. No entanto, afirmamos a necessidade de ministério de longo prazo – mesmo ao longo da vida – para comunicar eficazmente a Cristo em outras culturas. Para muitos, a exposição de curto prazo inicial será a “ponte” para tal serviço de longo prazo.

 

Catalisadores

Esperamos que as coisas aconteçam – salvação, reconciliação, descoberta – porque estamos em um lugar, não apenas por causa do que “fazemos” lá. Estamos felizes pelo sucesso de outros.

 

Excelência em liderança

Nós estamos comprometidos em desenvolver lideranças em excelência.

 

Declaração de Fé

Da Aliança Evangélica Mundial (AEM)

Nós acreditamos:

  • Nas Escrituras Sagradas como originalmente dadas por Deus, divinamente inspiradas, infalíveis, completamente confiáveis; e a autoridade suprema em todos os assuntos de fé e conduta;
  • Em um Deus, eternamente existente em três pessoas, Pai, Filho, e Espírito Santo;
  • Em nosso Senhor Jesus Cristo, Deus manifesto na carne, seu nascimento virginal, sua vida humana sem pecado, seus milagres divinos, sua morte vicária e expiatória, sua ressurreição corporal, sua ascensão, seu trabalho como mediador, e seu retorno pessoal em poder e glória;
  • Na Salvação do homem perdido e pecador pelo sangue derramado do Senhor Jesus Cristo pela fé, não por obras, e regeneração pelo Espírito Santo;
  • No Espírito Santo, através de cuja habitação o crente é habilitado a viver uma vida santa, para testemunhar e trabalhar para o Senhor Jesus Cristo;
  • Na Unidade do Espírito de todos os verdadeiros crentes, a Igreja, o Corpo de Cristo;
  • Na Ressurreição de ambos, o salvo e o perdido; os salvos para a ressurreição de vida, os perdidos para a ressurreição de maldição.

Nós também aderimos à Convenção de Lausanne de 1974 (Pacto de Lausanne).

 

Direção

Felix Cobos é pastor e missionário, casado com Diana e com três filhos. Atualmente é diretor da World Horizons Brasil e membro do Conselho Global organização internacional, que treina e envia obreiros para os povos menos alcançados da terra. É mestre, conferencista e coach de idiomas.

Nascido na Venezuela em 1973, se formou numa faculdade técnica nacional como “Técnico Superior Universitário em Manutenção de Equipamentos Elétricos,” e trabalhou no Metrô de Caracas desde 1994 até 1999.

Se converteu em julho de 1994 na igreja “Centro Cristiano Misionero El Olivar”, em Caracas, e onde também serviu como pastor auxiliar entre 2006 e 2017. Foi em 1998  que recebeu o chamado para servir na Janela 10/40 e viajou para o Brasil em 1999, onde se  formou e fez parte do “Projeto Radical“, um programa de treinamento missionário da própria World Horizons International.

Em 2001 esteve no Reino Unido estudando a língua inglesa como parte do programa e logo viajou para a Turquia, onde trabalhou com jovens nos campus de duas universidades locais. Em 2003 voltou ao Brasil e Venezuela; começou a trabalhar com treinamento quando entendeu que Deus o tinha escolhido não para ir sozinho, mas para formar e enviar a muitos. Em 2006 assumiu a diretoria da missão na Venezuela, e desde então tem trabalhado em mobilização, treinamento e envio de outros obreiros.

Em 2007 casou-se com Diana Pena, e juntos começaram a levar voluntários a uma tribo indígena Warao. Em 2011 começaram um trabalho de plantação de igrejas, e foi onde começou o que é hoje a Igreja Evangélica de Domusimo, uma congregação indígena na região da  fronteira da Venezuela com Guiana Inglesa. Hoje em dia, Felix, sua esposa e filhos moram no Brasil, na cidade de São Bernardo do Campo-SP.

deste modo esforçando-me por anunciar o evangelho, não onde Cristo houvera sido nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio;  antes, como está escrito: Aqueles a quem não foi anunciado, o verão; e os que não ouviram, entenderão.” (Romanos  15:20b-21)

 

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